Pin Up’s & Hot Rods

4 12 2009

Preste atenção no carro, se for capaz.

Duas paixões platônicas numa mesma foto.





IV Encontro Anual do Clube do Opala de Jundiaí

3 12 2009

Uma vista panorâmica do evento.

Antes de tudo, gostaria de agradecer mais uma vez o amigo Daniel pelo convite. No Parachoques Cromados pretendo deixar a minha marca minha na Intenet, tentando juntar pessoas com as mesmas paixões que as nossas: Muscle Cars, Opalas e automóveis em geral. Se puder ajudar, mesmo que seja uma pessoa, já me dou como satisfeito.

No último domingo do mês de novembro, em Jundiaí, Estado de São Paulo, foi realizado o 4º encontro anual do Clube do Opala de Jundiaí, com presença de mais de 400 Opalas e Caravans do Brasil inteiro, incluindo alguns colegas Opaleiros que viajaram mais de 1.000km para comparecer ao encontro.

Foi um evento inesquecível. Saímos em carreata da Capital (mais precisamente, do Extra Anhangüera). De acordo com meus cálculos, com aproximadamente 49 Opalas e Caravans, de diversos anos e estado de conservação.  Bela organização do clube Amigos do Opala.

Chegando ao ponto de encontro, uma cena linda pôde ser apreciada. Várias pessoas juntas por um mesmo objetivo e com a mesma paixão. Na formação do comboio, outra emoção. Imaginem aquela fila de Opalas, com o som dos motores 4 cilindros se misturando aos famosos 250  de 6 cilindros.  Haviam também aqueles com preparação aspirada ou altamente modificados.

O som dos modelos turbo se destacavam, graças à válvula de prioridade fazendo aquele ruído perfeito, cuspindo os resto da queima realizada no motor pelos magníficos coletores 6×2. Uma música para os ouvidos.

A cena era uma pintura perfeita para os olhos. O cheiro de borracha queimada se confundia com a mistura levemente rica dos carros turbinados e à álcool. Era sublime. Eu sei que sou meio louco, mas gosto dessa mistura de cheiros.

Mas e o meu carro?

Infelizmente, minha Caravan 76, mais conhecida por Pacata, estava no mecânico e sem motor. Ela está passando por uma revisão bem grande. mesmo assim, consegui uma carona com um colega Opaleiro dos bons, também dono de uma bela Caravan.

Saímos sentido Rodovia Anhangüera. Que coisa ótima, pegar estrada de Caravan, mesmo não sendo a minha, vendo pelos retrovisores aquela fila interminável de clássicos da Chevrolet.

A viagem foi tranquila, ao som de AC/DC, chegamos no horário previsto ao parque da Cidade, em Jundiaí.  No local, me deparo com outra cena de estremecer as pernas. Mais de 400 Opalas, estacionados, perfeitos, lindos, com seus orgulhosos donos,  que sabem valorizar um clássico. Não trocam seu veiculo dito “velho” por nenhum veículo atual. Nem com seus inúmeros sensores, fios e motores cobertos, quase que por vergonha.

Obrigado General Motors, por produzir o Opala.

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Entre Mecânico e Mexânicos

1 12 2009

Eu e minha Máquina.

Além do que foi dito vou tentar detalhar mais um pouco como foi o meu “começo” como ‘autodidata’. Minha paixão por Opalas vem de uma época quando, o meu avô, era um feliz proprietário de um Comodoro 1979, com o motor 6 cilindros 4100 e teto Las Vegas.  O meu, um “De Luxo” 1978 foi, adquirido no dia 1º de setembro de 2008. Desde então tenho trabalhado duro para trazê-lo de volta à vida.

Ao fundo, a razão deste post.

A Máquina e a Mecãnica

Comprei o meu com uma batida na lateral, que havia comprometido o paralamas, a caixa de pés, um pouco da caixa de rodas, uma longarina que rachou no meio, entortou todas as barras de baixo, bandeijas, pivôs, e desalinhou o agregado. Reforçando o que disse acima, o trabalho não foi pouco.

Nessa brincadeira foram gastos R$ 900 reais de peças mais 2500 de mão de obra só na suspensão e na funilaria.  Valeu a pena pela restauração do assoalho inteiro (substituídos por chapas novas da GM). Assim como a caixa de ar, barras bandejas e pivôs. Tudo novo. Feito isso, ainda faltava o motor, câmbio, diferencial e o interior do carro, o que resultaria num valor altíssimo por um veículo que, na hora de venda, não se recuperaria nem o que foi gasto com os pneus.

O carro saiu da funilaria dia 15 de janeiro desse ano. Com a lataria em dia, mas fumando igual ao cowboy da Marlboro e cuspindo óleo preto. Na mesma hora indaguei o mecânico da oficina / funilaria em que o carro estava sobre todo aquele pigarro automotivo. A resposta foi pouco esclarecedora. “É só trocar uma borrachinha que tem na válvula do cabeçote que para de fumar” disse o “Mexânico”. Bom, aqui já começo com os meus primeiros pitacos mecânicos para o blog. Achei estranho porque  só que o cabeçote e guias de válvulas do Opala não trabalham com vedadores, e sim, com precisão de fábrica.  O óleo ruim, seguido de alta rotação, com molas ‘duplas’, provocou um desgaste excessivo, além da tolerância máxima, de escape e admissão, por isso, o carro começou a fumar e consumir óleo sem parar.

Na funilaria, a Máquina retomava sua forma.

Uns 10 dias depois – de não aguentar mais a sauna, de tanta fumaça dentro do carro – resolvi pesquisar sobre o problema. Fui em vários fóruns, mas sempre me deparava com a mesma resposta. ‘Leva na retífica o cabeçote, são as válvulas’. Mas isso não entrava na minha cabeça, eu não podia aceitar esse fato. Se levasse na na retífica, gastaria mais ainda no motor, e o carro ficaria, obviamente mais caro do que eu havia planejado!

Estava na hora de tomar uma atitude definitiva. Ou eu gastava com retífica e “mexânicos” ou eu gastava com ferramentas específicas pra abrir e fechar um motor. A decisão, já era óbvia pra mim. Hojecoleciono chaves e ferramentas pra abrir qualquer motor em cerca de 10 minutos. Depois desses episódios achei que apenas uma limpeza resolveria o problema. Retirei o cabeçote, tratei-o com banhos químicos, deixei igual uma panela de inox novinha. Enfiei o cabeçote no motor, dei a primeira partida e a surpresa! Nada aconteceu. Fiquei nessa por uns 3 meses. Todo dia, ia até a garagem, regulava as válvulas, botava no ponto, dava partida, e nada. Até que simplesmente desisti.

A Ajuda

Como havia postado nos fóruns, fui ver como estava o andamento deles, antes de enrolar uma forca no pescoço. Até que apareceu que alguém deu sinal de vida. “Entre em contato comigo, acho que eu sei o seu problema!”, disse a boa alma. Feito isso, entrei em contato com a pessoa. A “Boa Alma”, além de serviços “celestiais” é um Mecânico de mão cheia e, hoje, é um dos meus melhores amigos. Adauto, o “Guru” me contou a história dele, que era parecida com a minha. “Os tuchos. Faça uma limpeza “somente” nos tuchos” disse Adauto em tom profético.

Como um bom pupilo, limpei um por um dos tuchos e constatei que estavam travados, por rodar todo dia em óleo ruim. Nem se moviam sequer. Sem contar que tinha um deles “aberto” sem nada dentro, cheio de arruelas e 100% travado, coisa de “mexânico”. Esse é um dos motivos pelo qual não levo meu carro oficina nem se for pra proteger de uma chuva de meteoros. Sim, generalizando 100%. Ou sou muito azarado em pegar o único Opala cheio de gambiarras de oficina.

Mas depois de montado, novamente, não pegava. Bom aí a forca já estava no pescoço, faltando apenas pular da cadeira. Foi aí que Adauto apareceu mais uma vez para salvar o dia e sugeriu a retirada do motor e desmonte os pistões. Bom, pra quem já estava com um pé na cadeira e outro prestes a saltar, carregar um pouco de peso antes do salto final não parecia tão ruim. Chamei um amigo, desparafusei todo o motor do cofre, o retiramos no braço por cima, usando cordas e pedaços de madeira. Sim, força de vontade levada ao sentido literal da coisa.

Força de vontade é tirar um motor "no braço".

Fora do “corpo”, o motor foi aberto na mesma hora e constatei  que o problema não era no cabeçote em si, mas sim, nos anéis e nas camisas do bloco. Havia também um pistão “pulverizado”. Quando retirado, começou a cair os pedaços dele no chão, só que, devido a alta precisão da camisa, manteve todos os pedaços intactos e firmes no local. As camisas estavam totalmente ovalizadas e com a famosa “crista” no topo, do atrito dos aneis e do óleo ruim, o que ocasionava abertura  excessiva dos anéis e então, a perda de compressão do motor a alta vazão de oleo pra cabeça do pistão, que queimava junto com o combustivel, e provocava a fumaça toda. Em suma, iria gastar com cabeçote na retífica, e o problema seria outro.

O motor hoje em dia está num “museu” pintado e quase montado. Não irei investir nele, mas sim em um 6 cilindros, o famigerado 3800 (que todos parecem odiar).

O Motor: Agora lindo, porém ordinário.

Este episódio serviu para aprimorar meus conhecimentos  com a ajuda do Adauto, “O Guru” e pesquisas em sites apropriados, e não mais em fóruns. Nada contra, mas quem tenta te ajudar, as vezes não está 100% certo do que está dizendo e, nessas horas, a certeza é fundamental para evitar o desperdício de dinheiro. Sou como um autodidata, pois acredito na frase: “Foi feito por homens, eu sou um homem.”

A Pintura

Walrod: Fiz a pintura e restauração.

Além da parte mecânica, também me acerto com as tintas. Comecei cedo, com 9 anos pintando brinquedos. O meu primeiro spray, foi um azul claro, parecido com o Opala do Daniel. Desde então não parei de pintar, quase tudo que compro, tenho ou já tive, foi ou será pintado um dia. E com essa técnica, o mesmo vem acontecendo, sempre me aprimorando mais com novos segredos de pintura, lixamento, tintas e ferramentas.

O Futuro

A meta: Opala SS 1975. (Foto: Opala Adventure)

O meu Opala receberá um motor novo, já retificado, como citei acima, o 3800. Originalmente o meu é Opala é prata, mas irá receber um banho de vermelho e as faixas do SS 1975 “tigrado”.  Serão removidas as meias longarinas, que serão substituídas por um chassi de cantoneira em “C”, de ponta-a-ponta do veículo, a fim de melhorar a estrutura, evitar trincas nas longarinas originais e, futuramente, suportar um conjunto motor/câmbio/diferencial de porte grande.

Apesar de ser um fã de ‘Muscle Cars’, não prezo por uma potência exorbitante no Opala. Afinal, o modelo não tem estrutura de fábrica para abrigar um motor realmente grande. Acho besteira aspirar e/ou turbinar o motor para descontar segundos numa prova de arrancada. A potência do Opala ja me é suficiente para tudo, tanto do 4 cil, como o do 6 cil.

Como um bom purista, abomino a maioria dos veículos modernos (existem exceções, claro) mas são muito poucos, não passam de três. Outras coisas que não suporto, principalmente em antigos, são rodas grandes, aerofólios, tapetes de chão de ônibus, neon, volantes xunning, motor muito colorido, faróis de “xenon” ou lâmpadas azuis, etc.

Se precisarem de alguma dica,  ajuda sobre mecânica, não só do Opala, mas de outros carros da época, podem entrar em contato a vontade que tentarei, ao máximo ajuda-los.

Um grande abraço a todos!





Novos Colaboradores

30 11 2009

Para deixar as coisas mais movimentadas nesse espaço – que não vem recebendo a atenção deivida por motivos diversos –  dois entusiastas passarão a colaborar com o humilde blog.

A Máquina de Guilherme.

 

Um deles é Guilherme Farias, feliz proprietário de um Opala 1978. Guilherme, apesar da pouca idade (20), faz o tipo autodidata. Aos poucos, pretende restaurar sozinho, ou com o mínimo de ajuda possível, seu Chevrolet. A idéia de sua participação – direto do Paraná – é compartilhar o que é feito em seu Opala com os leitores e, desse modo, incentivar as pessoas a “colocar a mão na massa” , como ele mesmo costuma dizer.

O outro colaborador será o Rodrigo Tavares (23) que, por incrível que pareça (pelo menos pra mim), acompanhava o Parachoques Cromados. Rodrigo é dono da “Pacata”, para os mais íntimos. Esse é o apelido carinhoso de sua Caravan 1976. A Pacata é o retorno de Rodrigo ao mundo dos Opalas, mas o colaborador já teve outros carros (e não foram poucos). Fora a Caravan, Rodrigo já possuiu outros modelos.

A Pacata de Rodrigo.

 

“Já tive um Opala Comodoro Coupe 1981, e dois Diplomatas 1986, sendo um 4 portas e um Coupe, fora um Chevette, quatro Escorts (Um 1987 CHT, com mecânica substituída por uma AP 1.8 à álcool,um 1991 XR3 cabrio, 1994 XR3 fechado, 1998 Zetec) e um Gol GT 1986″, conclui.

Ambos ajudarão na árdua tarefa de se manter um blog, de acordo, também, com suas possibilidades.





El Camino, a Verdadeira SUV

23 11 2009

 

O verdadeiro Utilitário Esportivo.

O Best Cars colocou no ar a história de mais um ícone da indústria norteamericana, o Chevrolet El Camino. O jornalista Flavio Gomes, em uma reportagem sobre a Willys  Rural, questionou o conceito SUV (Sport Utility Vehicle) ou Veículo Utilitário Esportivo em português, usado naquelas trapeizongas atuais. Para ele os conceitos de esportividade e utilitário não se misturam. Concordo, mas talvez, para a El Camino 1970 por exemplo, essa definição se aplique.

 





Vipel?

16 11 2009

Tem um Viper aí dentro.

Não entendo patavinas de alemão, mas as imagens dizem muito. O que dizer desse Opel Rekord C com um motor de… Viper! Ao que parece, eles estão comparando o desempenho desse Frankstein automobilístico com o da BMW. Por enquanto, eu tenho sonhos mais modestos. Um Vortec no meu Opala já estaria bom demais.





Pontiac: Gato e Rato

6 11 2009

The Seven-Ups 1973

Dos mesmo produtor de Bullit e French Connection

A tal da internet é um saco sem fundo. Esses dias, bisbilhotando no Youtube atrás de algumas  perseguições de carro, me deparei com a excelente sequência do gênero no filme “Seven-Ups”. Não me lembro de ter visto este, embora não me pareça de todo estranho.

 

Numa rápida pesquisa descobri que se trata de um filme policial estrelado por Roy Scheider, o mesmo que atuou em “Tubarão”.  Scheider é um tira renegado que faz parte da “Seven-Ups”, uma força paralela da polícia que usa táticas não ortodoxas.

Resumos à parte, vamos ao que interessa. A cena é protagonizada por dois Pontiacs, ambos 1973. O ‘rato’ é um Grand Ville e o ‘gato’ é um Ventura coupe. Toda a sequência foi filmada em Nova York e há uma semelhança com as cenas em Bullit e não é por acaso.

O Rato Fujão: Grand Ville 1973

O Rato Fujão: Pontiac Grand Ville 1973

A qualidade e realismo da perseguição deve ser creditada a Philip D’Antoni. O produtor e diretor desse filme, tem em seu currículo, a produção das cenas de perseguição em Bullit e French Connection (Operação França).

Ventura 1973

O Gato Caçador: O Pontiac Ventura 1973

O Grand Ville, o “rato”, vinha de fábrica com o V8 de 400 cilindradas cúbicas com o 455 como opcional. Já o Ventura, o “gato”, desde 1971 derivava sua carroceria mais compacta – pros padrões americanos da época – do Chevy Nova. O motor base era o velho conhecido V8 de 350 cilindradas cúbicas com carburador duplo.

A perseguição em “Seven-Ups” mostra uma outra Hollywood, mais ousada, com carros e dublês de verdade e sem o seu atual vício em Computação Gráfica.

 





Projeto 676: 43 Anos

28 10 2009

676-1

Página da revista "Panorama", de circulação interna da GMB.

Não poderia passar em branco.  Na última sexta-feira, dia 23 de outubro, completaram-se 43 anos do anúncio do Projeto 676, o embrião do que viria a ser o Opala.

A cerimônia aconteceu no Clube Atlético Paulistano em 1966 e marcava o início do primeiro Chevrolet fabricado inteiramente no Brasil.

O lançamento oficial do Opala aconteceria três anos mais tarde, no VI Salão do Automóvel de São Paulo em 23 de novembro de 1968.





O Duelo

22 10 2009
Cartaz promocional de "Duel", filme de estréia de Spielberg

Cartaz promocional de "Duel", filme de estréia de Spielberg

Lidar com pessoas nunca foi uma tarefa simples. Tanto é, que existem profissionais que se especializam para tentar entender a índole humana. Agora transporte toda essa imprevisibilidade do gênio humano para o convívio social. Pior, coloque esse conjunto de sentimentos atrás de um volante em uma auto estrada.

Bem antes dos tubarões, et’s e dinossauros, Steven Spielberg estreava para o mundo cinematográfico transportando essa angústia para as salas escuras em “Duel”, de 1971, aqui no Brasil intitulado ”Encurralado”.

A trama do filme é bem simples e o seu acerto é transformar um desentendimento corriqueiro de trânsito, entre um motorista e um caminhoneiro misterioso, em uma caçada doentia.

O carro, um Plymouth Valiant 1971 é guiado pelo personagem principal, interpretado por Dennis Weaver. Já o caminhão, um Peterbil 281 1955 tem um condutor misterioso cujo rosto nunca aparece.

Como a idéia aqui não é contar o filme, recomendo pra quem não assistiu, procurá-lo. Além de ser o filme de estréia de Spielberg, é um prato cheio pra quem gosta de carros americanos antigos. Para Crítica de filmes em geral, recomendo a vocês meu amigo Hollywoodiano.

O Carro: Plymouth Valiant 1971

Plymouth Valiant 1971.

Plymouth Valiant 1971.

Na pré produção do filme, Spielberg não se importava com o modelo que seria usado nas filmagens, sua unica exigência é de que fosse vermelho. A ideia, em relação a cor, é que ele se destacasse nas estradas cercadas por deserto.

Era preciso ser um modelo com um motor sem potência, pra dar mais verossimilhança ao roteiro, no qual, um caminhão tanque teria perseguir o automóvel por grande parte do filme.

O provável motor usado no Valiant do filme – seguindo essa premissa de se usar o menos potente – é um 6 cilindros em linha de 3.2 litros (198 c.i.) com uma potência estimada entre 100 e 120 hp. O mais potente disponível para o modelo era o V8 de 5.6 litros (340 c.i.).

O Caminhão: Peterbilt 281 1955

Peterbilt 281 1955

Peterbilt 1955: Terror no Retrovisor

 

Para a escolha do caminhão, Spielberg promoveu uma espécie de teste, da mesma maneira que é feito com atores. Ele, pessoalmente, escolheu o Peterbilt 281 1955 pelo seu aspecto diabólico. O vidro bi-partido, a frente bem longa, para o diretor, davam um aspecto necessário para dar uma personalidade ao veículo.

Outra peculiaridade do monstrengo são as diversas placas no parachoque frontal, sugerindo que o próprio caminhão é um serial killer. “Passando por cima de motoristas em diversos estados” brinca Spielberg, em depoimento para a versão especial do filme em DVD.

Uma equipe era responsável por deixar o caminhão o mais feio possível. Algumas cenas eram feitas para parecer que o caminhão estava “vivo” enquanto atacava o personagem de Weaver.

Para cenas adicionais,  também foi usado um Peterbilt 1960.





Desafio em Detroit

21 10 2009

Dodge Challenger T/A 1970. Homologação pras pistas

Dodge Challenger T/A 1970. Homologação pras pistas

O sempre excelente Best Cars publicou a história de um dos carros com estilo e apelo mais dramáticos entre os Muscle Cars, o Dodge Challenger. Lá conta que o modelo chegou ater um substituto, de mesmo nome, mas de origem japonesa. Coisas típicas da administração Lee Iacocca que, embora seja uma heresia para muitos, inclusive pra mim, ajudou a tirar a Chrysler do buraco que ela voltou a se enfiar. Como o site bem lembrou, um novo desafio pro “desafiador”.