O Obscuro GM Ranger

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Solução interessante para a frente do Opel Rekord C. Aliás, qualquer solução é melhor do que a frente daquele carro.

A General Motors parece ter jogado a semente do Opel Rekord C pelo mundo inteiro no fim da década de 60. O modelo, além do mercado alemão, foi fabricado no México (há até uma aparição em um episódio do Chaves), como Opel mesmo e, no Brasil, como o nosso querido, popular e famoso Opala. Mas houve outro dois países, um deles na Europa mesmo, onde o Rekord – nesses lugares chamado de Ranger – não se saiu muito bem.

O Ranger foi um modelo da marca General Motors de 1968 a 1976. Foi utilizado em dois mercados: Como “O carro na África do Sul”, construído em Porto Elizabeth de 1968 a 1973 e de 1970 a 1976, em Antuérpia, na Bélgica, pela General Motors SA Continental.

A razão para a Ranger europeu ser construído foi:

  • Ganhar os clientes que foram doutrinados a ter ressentimento em relação à Alemanha e, portanto, nunca iriam comprar um Opel. Acreditava-se que o publico-alvo que, nutriam esse tipo de sentimento absurdo, viviam em Antuérpia, Amsterdam e Rotterdam. (O que a GM Europa não sabia é que os alemães são universalmente “odiados” em toda BeNeLux – Bélgica, Países Baixos e Luxemburgo)
  • Fazer uso de parte da parte ociosa da linha de produção em Norderlaan, na Antuérpia.
Opel 1971: No México, o Rekord se manteve sem alterações.

O Ranger foi vendido em concessionárias Vauxhall &  GM. A GM Suisse decidiu pegar uma carona grátis com o projeto e Rangers foram importados em regime CKD, a fim de evitar a tributação de importação para carros prontos. Pode se dizer então, que o modelo foi construído na Suíça também.

Lhe parece familiar? Sim, é o primo sul africano do Opala.

Inicialmente, haviam dois modelos: Ranger 130 e o 153. Em 1970, o Ranger 1900 e Ranger 2500 foram adicionados. Em 1971, um SS  da Versão do 153 (Qualidade! Lembre-se qual era o público-alvo inicial?) foi acrescentado.

O Ranger foi enterrado, sem cerimônias, em 1976, depois de ter sido provavelmente o maior fracasso no período pós-guerra da GM Europa e um exemplo perfeito de como o pensamento estreito  parece ser uma marca de gestão no setor.

2 comentários Adicione o seu

  1. grapiglia disse:

    putz,o mexicano é feio em,parece mais uma traseira do que dianteira

    1. O mexicano é idêntico ao Opel Rekord C… Já vi alguns, bem judiados, aqui em São Paulo. Mas é assim, um a cada 10 anos.

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