Chevrolet Fullsize 1971

Ausência de colunas centrais, um charme.

Os Full Size sedans foram os ‘best-sellers’ da Chevrolet durante toda a década de 70 nos Estados Unidos. Mesmo depois da crise energética que estaria por vir, a marca da gravata conseguiu manter o primeiro lugar nesse segmento.

Já me deparei com um desses no Encontro da Estação da Luz. Fácil de se apaixonar e difícil de enquadrar para fotos.

Para se ter uma idéia do que foi o racionamento naqueles tempos, os preços do combustível na América dobraram de preço de 1973 a 1979. A indústria automobilística daquele país sofreu uma queda de 20% entre 1973 e 74.

Versão conversível de um grande sedan? Esqueça, nunca mais.

Pela primeira vez no século XX, o número de carros de passeios nas estradas americanos diminuiu.

Em 1975 o Impala teve sua pior performance em vendas desde seu ano de estréia, 1958.

O Bel Air era a opção barata. Reparem que a grade e a inscrição "Chevrolet" devem ter servido de inspiração para o "nosso" Comodoro.

Em 1971, as coisas ainda iam bem. A gama de motores oferecidos para os modelos fullsize iam do 6 cilindros em linha de 250 polegadas cúbicas (4.1 Litros) e 145 hp ao V8 de 400 cilindradas cúbicas (6.5 Litros) e 355 hp.

Interessantes opções, principalmente de motores.

A família era dividida em três modelos. O mais simples era o Bal Air, sendo o Caprice o intermediário e o Impala o Top de linha. Um detalhe que acho incrível nos modelos dessa época é a ausência de colunas centrais mesmos nas versões quatro portas de alguns carros.

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