The Stupids Of Hazzard

Foto mostra uma das razões para se odiar a série.

De 1979 a 1985, a Warner Brothers nos Estados Unidos produziu uma das piores séries de televisão, The Dukes of Hazzard, chamada de “Os Gatões”, aqui no Brasil. Os fãs que me desculpem, mas é puro lixo televisivo.

Flagra de mais uma imbecilidade.

Motivos? Nem sei por onde começar, mas como é  um blog sobre carros antigos, vamos começar pelo Dodge Charger. Ou Dodge Charger’S’? No plural mesmo.

Adivinha o que aconteceu com eles?

Sim, porque ao longo dos seis temporadas de produção,  entre 200 e 350  Chargers  foram transformados em sucata retorcia. Havia uma equipe na produção incumbida de caçar novos Chargers pelos Estados Unidos. Desse modo era possível continuar com a carnificina (Ferroficina?) automobilística. De algumas centenas, apenas 17 sobreviveram.

Vejam que belo legado.

Alguém pode argumentar que o sucesso e os fãs (imbecis) da série acabam salvando alguns dos Chargers da corrosão eterna. Em partes. Será que o modelo não teria um fim mais digno em um celeiro de uma fazendo perdida do que terminar como o da foto abaixo?

Eu avisei. Os fãs são uns imbecis.

Além da destruição desenfreada de um clássico americano, as histórias eram tão simples e acéfalas que faziam qualquer episódio Scooby-Doo parecer uma obra de Orson Wells dirigida por Hitchcock.

Qual é o custo da fama?

Outro aspecto odioso da série,e até mais grave, é o uso de símbolos racistas, como a bandeira dos Estados Confederados Escravistas do Sul americano no teto do carro, bem como o nome “General Lee”, líder do levante.

Não convencido ainda?

Para se ter uma idéia, é comum ver grupos racistas extremistas de ultra-direita como a Ku Klux Klan e Supremacia Ariana empunham tal bandeira pelo o que ela representa. Tamanha é a carga negativa da tal “Battle Flag” que nas Olimpíadas de Atlanta 1996, na Georgia, foi proibida a  estiagem da bandeira daquele estado, que tinha a ‘confederada’ como parte de seu desenho. Em 2001, o estado da Georgia mudou o grafismo da bandeira, retirando esse detalhe escroto.

Se você não é fã da série, adivinhou certo.

Se ainda assim você acha que “Os Gatões” tem alguma relevância em algum nível, cola essa bandeira idiota no carro, a exibe em encontro de carros antigos, por favor, me faça um favor, evite acessar o Parachoques Cromados.

28 comentários Adicione o seu

  1. Ricardo disse:

    Realmente, uma coisa que não tem mais volta.
    Andei procurando uns carros a venda nos EUA e pra cada 10 Chargers 1969, 6 eram General Lee. Muitos em fase de restauro já pintados para você “montar o seu”.

    1. Só tenho a lamentar. A indústria de massa cultural americana é uma das formas mais eficazes de política interna e externa.

      Anyways, quem sabe um dia alguém traga esses Chargers de volta a vida (inteligente).

      Abs.

  2. Pablo disse:

    Ótima matéria!
    Nunca entendi como passava em “brancas nuvens” a bandeira dos confederados nesses Chargers!
    Sériezinha de quinta categoria, mesmo!

    Abração, e parabéns pelo site!

    1. Pablo,

      A tal bandeira é bem popular em encontro de antigos aqui no Brasil, uma lástima. Já a vi, até em uma Kombi de primeira geração (?!?).

      Garanto que as pessoas que desfilam aqui com a confederada teriam pavor de saber o que um caipira sulista pensa de nós, sulamericanos.

      Obrigado pelos elogios e visita.

      Abs.

  3. grapiglia disse:

    esse carro é meu sonho,mas não nesse laraja ridículo.

  4. Gilmar disse:

    Vo toma no c de vcs,a bandeira dos confederados o coisa mais afude que tem,vcs que odeiam essa bandeira peguem os sidados de cor que esto presos nas cadeias e levam pra casa de vcs….

    1. A princípio eu iria apagar esse comentário, mas além de ser auto explicativo, reforça tudo o que eu disse no texto acima a respeito dos fãs e dos adoradores da tal bandeira.

      1. Alex disse:

        Ora nem mais Daniel! Também odeio a série, em tempos gostei do filme porque na minha inocência pensava que os Chargers eram réplicas em fibra de vidro. Mas fiquei espantado quando li que não eram 😦

        Força com o blog, adoro vir aqui todas as semanas ler as novidades 😉

  5. eduardo disse:

    nd a ver essa sua ideia daniel
    vc ta tendo uma visao muito extremista
    pois a bandeira signifia o simbolo da intolerancia contra a opressao
    vc entende isso
    ???

  6. eduardo disse:

    Ela representa a força, a rebeldia contra o status quo e segmenta grande parte da sociedade livre e independente de dogmas e conceitos pré-estabelecidos

    1. Eduardo,

      Se você conhece a origem da bandeira, deve saber que ela representa os 11 estados do sul americano, que defendiam o latifúndio, a aristocracia e a ESCRAVIDÃO. Ou seja, o oposto de tudo o que você disse.

      Na minha humilde opinião, não há nada mais intolerante e opressivo que a escravidão, uma das maiores bestialidades já produzidas e ainda praticada pelo ser humano. Talvez seja nesse ponto em que discordamos sobre o que é ser extremo.

      Abraço e obrigado pela visita.

  7. Ricardo disse:

    ô porcaria boa!!!! que saudades. Acho que é demais cobrar discernimento de crianças. Com exceção de super dotados todas as crianças são “acéfalas”, pois gostam de tantos desenhos e seriados infantis que o próprio nome já está dizendo. A serie era uma porcaria mas era a minha alegria de criança de toda sexta. E hoje fica o saudosismo. Quanto a bandeira, na época era comum usa-la nos carros, até as viaturas da policia estampava-na. Os dodges destruídos durante a série hoje valem ouro em qualquer estado deplorável de conservação e restaurando-o dá pra vender por no mínimo 200 mil dólares. Ajudando a preservar este mopar 69. Pra se ter uma idéia o DODGE CHARGER GENERAL LEE do Bo Duke foi vendido no ebay por 10 milhões de dólares. PERGUNTO, E FAÇO UM DESAFIO A TODOS: QUE DODGE CHARGER 69 ORIGINAL VALE ESSE PREÇO LA NOS USA?????

    1. Olá Ricardo,

      Antes de mais nada, obrigado pela visita e comentário. Quanto a série, compreendo o significado e toda simbologia que ela pode ter tido na sua infância. Essas memórias devem ser preservadas com muito carinho mesmo, como você demonstrou.

      Agora, quanto a série, minha opinião está exposta no post. Não entendi a explicação que você dá sobre a bandeira. Sim, carros de polícia do sul racista a estampavam. Sempre será um símbolo do preconceito, não importa onde ela esteja. Não a toa, o Estado da Georgia, retirou esse símbolo da bandeira.

      Então uma dessas aberrações foi vendida por 10 milhões? Não sei Estima-se que entre 250 e 300 Chargers tenham virado puro ferro retorcido por causa da série. Se cada Charger vale 200 mil hoje em dia… Faça as contas. Será que valeu a pena?

      Eu acredito que não.

      Abraço.

      1. Ricardo disse:

        ok Daniel, concordo que a bandeira ainda hoje tem conotações racistas, porém não tem a mesma força do passado. Hoje em dia é mais um símbolo de rebeldia contra o sistema, e era esse um dos bordões do programa “os Dukes lutam contra o sistema” mas fica uma luta muito superficial e cômica, sem pretensões políticas, apenas pro bem. Quanto ao Charger de 10milhões foi lance não cumprido no e-bay. O ator acabou vendendo no barret jackson por 230 mil mesmo. Apenas acho que o seriado ajudou a popularizar pelo mundo o dodge charger 69 e por extensão os mopar’s americanos. De qualquer forma entendo a sua opinião e respeito. Tem um maluco nos usa chamado Travis que em 2003 contratou um dublê e colocou o mesmo num General lee restaurado pra soltar na comemoração dos 25 anos da série.O resultado? um dodge restaurado e destruido. De fato sua revolta tem lógica.

    2. Ricardo,

      falei um pouco sobre essa nossa conversa no post: https://parachoquescromados.wordpress.com/2011/05/06/martires-de-hollywood/ usando a cine-série Velozes e Furiosos como exemplo.

      A diferença é que um filme de hollywood, geralmente, se destrói poucos exemplares de um mesmo modelo. Já uma série com quase uma década de produção como esta é uma verdadeira “ferroficina”. Acho importantíssimo se preservar a memória, e essas produções ajudam muito, mas é preciso ter parâmetros.

      Abraço!

  8. Bento disse:

    Fui numa exposicão de carros antigos e vi um dodge identico a esse…… o dono foi entrevistado e ele disse q era o carro dos gatoes mais eu nao entendi ……vc acredita q o dono desse carro levou uma moto da segunda guerra cheia de suastias?!!! e ficava se gabando :S o carro com essa cor e com esses numeros ESTRAGA MESMO….site ta show de bola 🙂

    1. Olá Bento,

      A série tinha esse nome no Brasil “Os Gatões”. Fez parte da infância e juventude de muitos, por isso é cultuada por alguns aqui. Me lembro vagamente de ter assistido alguns episódios, quando criança. Mas naquela época, não entendia muita coisa, só era divertido ver carros pulando em perseguições.

      Depois de adulto, vi que não passava de puro entretenimento raso e non sense.

      Essa bandeira esta sempre presente em encontro de antigos, como mencionei, infelizmente. Prefiro nem pensar que tipos de atrocidade os adoradores dela, da parte preconceituosa do sul americano, pensa a respeito de nós, brasileiros sul americanos.

      No caso da moto, por uma questão histórica, é compreensível que se mantenha as suásticas, pois se trata de um veículo da Alemanha nazista. É preciso que esse tipo de coisa seja exposta para que não se repita erros históricos novamente. Embora isso não aconteça de fato.

      Grande abraço e obrigado pela visita.

  9. Leandro Led disse:

    Olá, Daniel

    Gostei da matéria e aprovei a amplitude de suas investidas. O curioso é que, ao terminar de ler o texto e os comentários, o gosto pelo seriado não me fugiu.
    Por outro lado acredito – numa interpretação ligeira -, que houve certo drama em se focar aspectos culturais do sul dos Estados Unidos que nós, brasileiros, não chegamos a compreender. Achamos que sim, porém, porque sabemos do racismo e das violências ligadas a ele, e sabemos da experiência monstruosa hitlerista, e sabemos da segregação que foi “extinta” na África do Sul. Mas tudo isso nos foi informado de fora pra dentro, e de fora pra dentro leva tempo para se anexar, e alguns elementos acabam sempre ficando lá fora. Não sei se o programa “Os Gatões” era pra tanto, apesar de compreender que se injeta ideologia até pela mais fina das agulhas. O Racismo, no entanto, não tem só uma cor, só uma configuração ou só uma bandeira, e é preciso tomar cuidado com isso, senão nós mesmos acabamos praticando de mão-beijada o que nos propusemos a combater…
    Quanto àquelas carangas super-demais-da-conta, também fiquei chateado, mas eu era garoto demais pra entender o preço que se paga pelo sucesso de uma filmagem, e, pensando bem, ainda hoje não entendo! Hahahahaha! Mas, cá entre nós: são peças de colecionador, não?! Desculpe a ignorância, não sou colecionador, mas são apenas carros, não?! Acho que podemos salvar coisas mais importantes do que isso. É difícil pra quem quer um daqueles ouvir um troço desses, eu sei! Hahahaha! Mesmo porque há cenários para a memória humana que só se recriam com a “matéria-prima” de uma época. Entretanto, como disse no começo, há um elo com o seriado que não se rompe, e ele é justo aquele que traz mais leveza à vida.

    Continue o excelente trabalho. Abração!

    Respeitosamente, Leandro.

    1. Olá Leandro,

      Antes de mais nada, obrigado pela visita e comentário, aliás, muito bem escrito por sinal. A minha intenção, quando escrevi o texto, não era angariar detratores da série ou algo do tipo. Foi apenas eu expressando a minha opinião.

      Concordo com você quando diz que o programa não propagava nenhuma ideia racista, a não ser pelo símbolo da bandeira em si. Mesmo porque a trama, como disse no texto, era tão simples e banal que parecia ser extraída de um desenho animado. Apenas, quis explicar o significado da bandeira, pois muitas pessoas a ostentam e nem sabem o que ela representou ou qual é sua origem.

      Agora, convido você, num exercício fértil de imaginação, já que citou a Alemanha de Hitler, imaginar a seguinte situação. Daqui a 60 anos, uma TV Alemã decide criar um seriado, nos mesmos moldes. Com enredo simples, onde dois caras operam um “antigo” Audi R8 chamado Goebels com a suástica no teto. A trama em si nunca mencionaria o Holocausto, ou a 2ª Guerra, mas os símbolos estariam ali. Como se isso não bastasse, haveriam quase 300 Audi R8 a menos no planeta. Entende o quis dizer?

      Compreendo também que o racismo e a intolerância se configuram de outras formas, mas aí fugiria demais da proposta do texto. Não faria sentido, por exemplo, eu mencionar a questão entre Israelenses e palestinos em um texto sobre a os gatões e bandeira confederada.

      Em relação aos Chargers, você tem razão, valem muito, especialmente esses de segunda geração, que já estão ficando raros. Para esse último filme da série Velozes e Furiosos, o modelo foi refeito com chapas de ferro pela produção, tamanha a dificuldade de se encontrar modelos com preços razoáveis.

      Quanto às suas memórias de infância e todo simbolismo que o seriado lhe traz,, é como disse num comentário acima, devem ser preservadas. Isso é muito íntimo e, com certeza, “traz a leveza da vida”. Além da minha opinião, era explicar de forma objetiva as razões que me fazem rejeitar a série.

      Mais uma vez, obrigado pela visita e elogios.

  10. Leandro Led disse:

    Com grande satisfação li sua resposta. O “exercício” proposto é de uma sutileza tão bem estruturada que negocia o melhor das ideias. Andamos um tanto carentes de propostas desse tipo, e mais ainda de pessoas que as tomem como sendo importantes…
    Seu raciocínio só me faz ficar ainda mais tranquilo de que – apesar das (meras) diferenças – buscamos algo melhor dentro de uma mesma esfera de clareza.

    Parabéns.

    Um grande abraço e, mais uma vez, continue o excelente trabalho.

  11. Marcus Vinicius disse:

    Alguem poderia me informar quantos Dodge Charger no modelo 69 foram vendidos no total ?

  12. Concordo com vc em termos Daniel,mas,ja visitei o Sul dos Estados Unidos,e me dei muito bem com os “caipiras”.Claro,tem exceções,como e todo lugar.Aqui no Brasil,la No Sul,e em muitas partes,tem Brasileiros preconceituosos.Leia um pouco mais a fundo a história americana,e vera que muita gente do Norte era preconceituosa,inclusive o próprio Lincon.Os negros,apesar de terem se fudido no exército do Norte,foram proibidos de desfilar na capital na marcha da vitória.Porque será né?Escravidão era uma mácula do Sul,mas acredito que com o passar dos anos e ate a evolução do mundo,eles seriam até obrigados a mudar os meios de produção.E vou te dizer,prefiro imensamente o Sul daquele país,a outra parte.Fiz bons amigos “caipiras lá”,pretendo voltar quando der,e uso uma bandeira dessas em meu carro e não me sinto diminuído,nem idiota e muito menos racista.Pelo menos la eles tiveram coragem de se rebelar contra um governo que não concordavam.Melhor do que aqui no Brasil,que os Estados são massacrados por aquela porcaria chamada Brasília,e ninguém se rebela,propõe um modelo diferente de federação,em que cada Estado tem autonomia.Sempre me atrai pelos ideais que aqueles homens defenderam,mesmo com os erros flagrantes,foi um capítulo importante da história.PoIs elesfizeram história,não ficaram sentados em berço esplêndido.

  13. Ha,outra coisa,vc expões os admiradores da bandeira como idiotas,bem,então me desculpe por comentar aqui.Visto a idéia que deve fazer de mim.Mas,não se pode agradar a todos.E,daqui a uns anos pretendo morar na bucólica Virgínia,e cantarolar Dixie,Rose of Alabama,entre outras pérolas que ali foram produzidas.Vc a de convir que e melhor do que cantar aqueles lixos de raps que fazem muito la pelas partes mais cosmopolitas de la.Mas,sem esquecer da minha herança da floresta,pois sou do Amazonas.Por incrível que pareça,fui bem valorizado pelos caipiras de la,que fizeram perguntas relevantes e sérias.E não os costumeiros “tem jacaré e macaco na rua?”,que ouço muito quando viajo ai pelo Sul e Sudeste do país.Quanto a série,não gostava dela,realmente não me diz nada.Nem assistia.Obrigado pelo espaço,e que Deus te proteja amigo.

  14. Rodrigo disse:

    Mesmo dazendo muito tempo que existe este post, vale lembrar que sua revolta é por ver veiculos que hoje são classicos destruidos.Vale lembrar que naquela época um carro como este (pra eles) era como um “simples” carro com com 10 anos de uso.Tornaram-se famosos por causa de filmes e séries americanas e se não fossem elas muitos de nós (BR) nem conheceriamos o carro.

  15. Vanderlei disse:

    Eu adorava essa série quando criança.Só achei que tu pegou um pouco pesado em taxar quem gosta da série de “imbecil”!Como disse um colega acima,quando criança não ligamos se estão destruindo carros ou não!O que importa é a diversão!Amo demais os Dodges,inclusive possui dois(Dart e Charger R/T) e espero adquirir um Charger em breve…Seu blog é sensacional!

  16. Pingback: Dukes of Trader |
  17. Antonio Celso disse:

    Olá pessoal, eu queria deixar meu depoimento aqui, ja que sou um dos dois únicos proprietários de Dodge Charge General Lee que existem no Brasil. O meu General Lee pode ser visto no youtube, na Garagem do Bellote para quem desejar. Eu queria dizer a todos que o seriado, na época dele e ainda nos tempos atuais em outros paises, gerou uma legião de fãs ao redor do mundo. Éramos adolescentes, não sabíamos que os saltos eram eram destruições em massa. Para mim o General Lee era um herói, indestrutível, eu era jovem e sempre amei os autos. Nao sabiamos que os saltos condenaram centenas (255 un.) de Generais a sucata. Na verdade estes carros com mais de 10 anos (1969) eram muito baratos, baratíssimos, e impreterivelmente nao teriam uma vida muito longa no mercado. Eram outros tempos e vocês hão de entender. Eram épocas bem diferentes, por exemplo: ninguém dizia que “fumar fazia mal a saúde”. Hoje temos a informação. Ha que entender cada tempo, e mais, nunca imaginaríamos que os Confederados eram “Os Confederados”. Eu tenho um grande acervo de itens do seriado e todas as 7 temporadas e garanto que nunca, em nehuma delas, foi feita qualquer menção ao racismo sulista. Não podemos condenar, eram outros tempos…. Bem ou mal, sonhei minha vida inteira em ter um, e finalmente depois de muitos anos, logrei os recursos de que necessitava para a importacao, como um fa de autos e do seriado, nunca com a ideologia racista. Hoje, lhes digo, qualquer sucata que foi usada nos filmes valem uma pequena fortuna. Sao raros, muito raros, e o seriado foi tao bom, que existem ainda muitos entusiastas ao redor do mundo, muito mais que no Brasil. Se ficarmos chateados hoje com a destruição dos carros do passado, deixaremos de ver muito filmes de que gostamos, salvaguardado as devidas proporções.

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