Supercuda versus Ferrari Enzo

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Supercuda': Muito além do conceito original.

Bem vindo a Chelsea, Michigan, onde está localizado a Chelsea Proving Grounds, uma pista de testes inaugurada em 1954, construída e usada pela Chrysler como pista de testes de sua linha de veículos. Contem uma variedade enorme de pistas, tipos de asfalto e, o nosso foco hoje, um oval de 4,75 milhas (7,64 quilômetros) onde são realizados testes de velocidade máxima.

Quando se fala de uma longa reta e Chrysler, logo vem a minha mente diversos Charger’s, Challenger’s, Road Runner’s e Barracuda’s indo até a máxima velocidade que seus V8´s poderiam alcançar (cerca de 220km/h no 440, o mais potente, prejudicado pela péssima aerodinâmica e suspensão molenga).

Mas isso não é bastante para algumas pessoas, e fazer um 440 mais forte não é algo realmente difícil, e aumentar a velocidade máxima é extremamente difícil, pelos fatores já falados, então o que fazer?

Simples, montar o ‘Cuda 71, mais completo e estúpido já visto na face da terra. O Objetivo? Por incrível que pareça, bater a Ferrari Enzo, um super carro que custa mais de uma dezena de Cuda´s.

Como o 440 têm limites, juntamente com suspensão e aerodinâmica, os loucos habilidosos da LMC, uma customizadora canadense, resolveu o problema com um nobre doador, um Dodge Viper, vieram motor V10 (mias um par de turbos), cambio de 6 marchas, diferencial, suspensão independente nas 4 rodas e sistema de discos e pinças de freio.

O “Super Cuda” como ficou conhecido na LMC, foi reconstruído visando um comportamento impensável para um Muscle Car. Seu chassi original resultou em uns trocados no ferro velho, foi construída uma estrutura totalmente nova, com novos pontos e muito mais reforçada que a original.

Então, no complexo Chelsea Proving Grounds, finalmente os 2 oponentes se encontram, a potencia americana no seu V10 biturbo contra a macchina italiana, equipado com um motor V12 de 6 litros aspirado.

O resultado final ? Na prova de arrancada o Super Cuda simplesmente “atropelo” o superesportivo.

Até que chegou a hora de separar os meninos dos homens, levar os competidores para a pista oval, o Cuda chegou a incríveis 208 milhas por hora, ou se preferir 334 km/h, e ainda subindo de velocidade, mas de acordo com o piloto do feito: “above 200 the Cuda’ was running out of aero and I was running out of cohones” (Acima de 200 o Cuda estava sem aerodinâmica e eu sem coragem).

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1 comentário Adicione o seu

  1. Deveriam ter testado tambem o motor Hemi 426 em aluminio, e fazer um stroker e turbo !!!
    Acho que iria arrepiar tambem.
    um abraço

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