Challenger Daytona

Challenger Daytona: Releitura em cima da releitura.

Desde que Mustang, Challenger e Camaro  voltaram ao mercado norte-americano, era uma apenas uma questão de tempo para que versões quentes aparecessem. O Mustang, naturalmente, recebeu versões da legendária preparadora Shelby. Já o Camaro recebeu várias customizações. Transformá-lo em um Pontiac Firebird, por exemplo seria uma consequência natural. Com o Challenger também não foi diferente e vê-lo com as características do seu co-irmão, o Barracuda, seria até que óbvio.

O modelo foi uma das principais atrações do SEMA 2009.

A empresa Heidi Performance Products (HPP) fugiu do convencional no último SEMA Show e apresentou um Challenger com as características dos lendários Dodge  Daytona (derivado do Charger) e Plymouth Superbird (derivado do Road Runner). Esses dois clássicos da Chrysler foram criados exclusivamente para ganhar corridas na NASCAR e, para tal, algumas poucas unidades de “uso civil” foram fabricadas para homologar sua participação na competição. Ambos foram tão dominantes nas temporadas de 1969 e 1970 que, um ano mais tarde, a direção da Stock Car decidiu mudar as regras, tornando-os ilegais. Para 1971 foi proibido o uso das principais características desses carros, os acessórios aerodinâmicos.

Charger Daytona: Primeiro NASCAR a atingir a marca de 200 mph (320 km/h).

A HPP acerta em usar a releitura do Challenger, ao invés do atual Dodge Charger (que em nada lembra o homônimo clássico), para homenagear os lendários modelos da Mopar, embora nunca houve um Challenger correndo na NASCAR naqueles tempos (o modelo participou apenas da Trans America). O resultado ficou muito muito bom. Com linhas proporcionais, o carro conseguiu captar a essência dos homenageados. O ponto de descordância fica por conta da enorme asa traseira, que foi mantida no modelo atual, e é uma das principais características dos modelos antigos.

Além dos detalhes principais, a empresa não se esqueceu das rodas com um estilo retrô, pneus (com a característica linha vermelha) e alavanca de câmbio. Debaixo do capô o V8 5.7 Hemi, equipado com um Supercharger, gera cerca de 600 hp.

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2 comentários Adicione o seu

  1. Guilherme Farias disse:

    hmmm… feio não é! só podia ter rodas menores! e parece que o carro tá bem mais “curto”

    1. Daniel Sanchez disse:

      Curto é, de fato. Já que a nova geração do Charger nada lembra os clássicos Muscle Cars, cabe ao Challenger resgatar a história.

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