Dodge Coronet 500 426 Hemi 1966

 

Boa companhia: À direita do Coronet, um Challenger. Também 426 Hemi.
Boa companhia: À direita do Coronet, um Challenger. Também 426 Hemi.

Jay leno é um comediante e apresentador norteamericano do programa de entrevista “The Tonight Show”. Mas além de suas atividades no showbizz na terra do Tio Sam, Leno é conhecido também pela sua coleção de veículos, que vão de motores de barcos do século XIX, caminhões, motos e, é claro, carros.

O apresentador é um verdadeiro apaixonado por carros. Em algum ponto no sul da Califórnia,  funciona a sua oficina ou a “Jay Leno’s Garage onde ele guarda, restaura e fabrica peças para as suas máquinas. Ao longo dos dias vou postar alguns carros interessantes bem como reproduzir parcialmente as histórias dos carros de Leno, como este Dodge Coronet Hemi 500 1966.

Não para. Não faz curvas. Mas ruge alto.
Não para. Não faz curvas. Mas ruge alto.

O apresentador tinha 17 anos quando o Coronet foi reestilizado em 1966. Com a opção do motor Hemi, passou a ser o carro a ser batido nas corridas de rua. Foi o primeiro carro com transmissão automática a vencer a opção manual no quarto de milha. A força do motor é tamanha que faz o carro cantar pneu em segunda marcha. O carro faz parte de uma era em que os opcionais eram bem simples: Sedan ou Station Wagon? Quantos cromados? Qual o tamanho do Motor?

Para mostrar elegantemente a que veio.
Para mostrar elegantemente a que veio.

A versão top era o 500, com console central e bancos separados. A esposa de Jay leno gosta de lembrá-lo que o carro parece mais um taxi ou uma viatura de polícia. De fato, o Coronet daquele ano tinha um visual bem sóbrio, ao contrário do que estaria por vir com a efervecência da era dos Muscle Cars. O que intimidava os competidores potenciais não eram cores chamativas, scoops, ou faixas no capô, mas sim um pequeno emblema cromado nos paralamas lateriais com a inscrição “426 Hemi”.

Não diferente de seus contemporâneos, o modelo-médio (para os padrões americanos da época) com um motor do tamanho de um rinoceronte e um torque de envergar longarinas era difícil de ser guiado por pessoas comuns. Existia a dificuldade em parar, fazer curvas e, não raramente, com um pé mais pesado numa saída de uma curva resultava em uma visão muito rápida da paisagem em 360º. 

 

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