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Chevy 55 do filme “Corrida Sem Fim” será Leiloado

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Chevrolet 1955. Foto: Barrett Jackson.

Hoje com o status de “cult” o filme “Corrida Sem Fim” (Two-Lane Blacktop, 1971) é daquelas fitas obrigatórias se você curte o combo motores V8, Hot Rods e Muscle Cars. Embora divida opiniões quanto ao seu enredo ou ritmo não-hollywoodiano, em um quesito consegue agradar a todos: O Chevrolet 1955 Gasser em Primer Cinza, que tem um papel fundamental na trama.

Chevrolet 1955. Foto Barrett Jackson.
Chevrolet 1955. Foto Barrett Jackson.

No aniversário dos 40 anos do filme, este blog o dedicou algumas linhas. “O enredo é bem simples. Dois amigos, retratados apenas como “Motorista” (James Taylor, músico) e “Mecânico” (Dennis Wilson, baterista do Beach Boys), viajam pelo país – em um Chevy 55 preparado artesanalmente – e sua única forma de renda vem de apostas em corridas.

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Em uma dessas viagens, são desafiados por um corredor (Warren Oates) a bordo de um Pontiac GTO. Este personagem também é apenas retratado como “GTO”. O desafio consiste em uma corrida até Washington D.C., onde o perdedor, perde o carro.”

Bastidores da Filmagem. 1970-71.
Bastidores da Filmagem. 1970-71.

No total foram usados três exemplares do Chevy, dois Hero-Cars e um Stunt Car. Os dois primeiros foram usados em cenas mais calmas geralmente com os próprios atores. O terceiro foi usado em cenas de velocidade, na mãos de dublês.

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V8 454; Foto: Barret Jackson.
V8 454; Foto: Barret Jackson.

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O modelo a ser leiloado foi preparado pelo mecânico da Universal Studios Richard Ruth. Além de um motor V8 de 454 polegadas cúbicas (ou 7.4 litros), as modificações incluem suspensão de eixo rígido na traseira, tunel da transmissão adaptado para o câmbio M-22 Muncie Rock Crusher e diferencial de Oldsmobile do começo da década de 60.  Visualmente um dos carros mais Bad Ass  e subestimados de Hollywood mantém sua cor Cinza Primer, frente e vidros laterais corrediços em fibra.

Interior minimalista. Foto:  Barret Jackson.
Interior minimalista. Foto: Barret Jackson.

Após as filmagens o carro foi vendido para um membro da equipe de mecânicos e teve diferentes donos ao longo desses 43 anos. O último deles, Walt Bailey, é um fã e historiador do filme, que localizou o exemplar no Canadá em 2000.

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“Motorista” de joelhos (James Taylor, músico) e o “Mecânico” (Dennis Wilson, baterista do Beach Boys).

Com a ajuda de Richard Ruth, que certificou a autenticidade do veículo, realizou uma restauração que visou preservar ao máximo as peças originais. O modelo em questão foi usado para filmagens onboard  e ainda preserva a peça onde a câmera ficava presa, no banco do passageiro.

O Chevy será leiloado pela Barret-Jackson em janeiro de 2015.

Dukes of Trader

Cerva de 300 Dodge Chargers 1969 tiveram um fim trágico na série original.
Cerva de 300 Dodge Chargers 1969 tiveram um fim trágico na série original.

Quem acompanha o blog a mais tempo sabe o que eu penso sobre a série “The Dukes of Hazzard”, aqui no Brasil chamada de “Os Gatões”. Sempre que eu imagens de Dodge Chargers 1969 caracterizados como “General Lee” é um misto de emoções.

Charger fazendo que faz de melhor. Encantando Gerações a quatro décadas.
Charger fazendo que faz de melhor. Encantando Gerações a quatro décadas.

Não nego que é incrível ver o clássico americano fugindo da polícia e fazendo drift – muito antes da gente sonhar que essa palavra existia – ao som de um V8 no fundo. O problema é quando aparecem as cenas de saltos, que nas edições, são sempre bem sucedidas, mas que na verdade sabemos que aquele modelo foi severamente danificado. Em muitos casos, de forma irreversível.

Uma das frentes mais emblemáticas da história do automóvel.
Uma das frentes mais emblemáticas da história do automóvel.

Ou seja, a experiência de assistir Dukes of Hazzards – ou suas recriações – é emocionante como ver seu filho dar os primeiros passos mas e cima do parapeito de um prédio de 50 andares. Algo está prestes a dar muito errado.

O resultado se repete, seja na série, filme ou propaganda.
O resultado se repete, seja na série, filme ou propaganda.

Tudo isso se repete na campanha publicitária da Auto Trader, site compra e venda de automóveis dos Estados Unidos. A empresa contratou a dupla de atores original da  série, Tom Wopat e John Schnider como, Luke e Bo Duke, respectivamente.

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Foram usados também dois Dodge Chargers 1969 originais da série e outros quatro para serem sacrificados em manobras mais arriscadas e nos famigerados saltos. Outros seis Chargers da geração atual marcaram presença como carros de Polícia.

Saltos são legais... Não espera.
Saltos são legais… Não espera.

Todos os saltos mostrados nas propagandas e nos bastidores foram feitos com os carros de verdade, sem qualquer auxílio de computação gráfica.  Em um desses saltos , uma rampa de madeira com 1.80m de altura foi construída para que o Charger saltasse a 80 km/h. Foram usadas 200 caixas de papelão grandes para amortecer a queda.

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Já na segunda rampa, feita de terra, O charger atingiu 3.55 metros de altura e outros 15 de distância., mas desta vez, sem qualquer tipo de amortecimento externo.

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O terceiro e último salto é feito dentro de uma concessionária a 40km/h.  Em todos esses pulos é possível notar que, mais uma vez, um Charger é sacrificado para o entretenimento das pessoas.

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A segunda geração do Dodge Charger foi lançada em 1968 e teve um facelift no ano seguinte.  Em 1969, ano do modelo usado na série, foram fabricados pouco mais 89 mil unidades. Não se sabe ao certo quantos sobreviveram aos anos 80. Este fórum de donos de Chargers especula sobre a quantidade de sobreviventes. Os mais otimistas acreditam que 2/3 tenham sobrevivido, já os pessimistas chutam que apenas 1/3 ainda estão por aí rodando. Um fato é concreto e triste: esta contagem está em regressão há 45 anos. Nos resta é torcer para que empresas como a Dynacorn se anime em produzir novas carrocerias B-Body.

Salvem o Chrysler Imperial 1966

Esses dias tive a oportunidade de assistir o filme Green Hornet (Besouro Verde) na TV a Cabo. Como obra cinematográfica, não é nada demais, apenas mais uma comédia non-sense com algumas cenas de ação. O filme é uma releitura da série dos anos 60 estrelada pelo Bruce Lee, no papel de Kato. Outro personagem  na antiga série é um Chrysler Imperial 1966. Quando se decidiu fazer a releitura da série para as telonas, algumas empresas ofereceram carros novos, mas os produtores acharam que nenhum deles era tão legal quanto o original.

Dennis McCarthy – responsável pelos carros usados em filmes como os da cine-série Fast In Furious – foi incumbido de caçar Chrysler Imperial 1966 pelos Estados Unidos como um pesqueiro japonês abate baleias no pacífico. Para a produção foram usados 28 Chrysler Imperial 1966, destes, apenas dois não foram usados pelo departamento de dublês. Os outros 26 tiveram um fim trágico, como se observa no filme.

Apenas dois carros foram usados no seriado e ambos existem até hoje.
Já no filme, foram usados 28 carros.

O par que restou tinha um interior funcional e foi mantido em condições perfeitas (com aquele visual que lembra o carro da série original). A caçada pelo luxuoso Mopar foi de San Diego até o Canadá e, segundo McCarthy, a maioria dos carros estava em péssimas condições. Quando prontos, foram equipados com o o motor V8 454 da Chevrolet, imagino que por questão de custos, pois o mesmo artifício foi usado pelo produtor quando colocou o V8 350 da Chevy nos Chargers destruídos de Fast & Furious.

26 Imperiais tiveram fim semelhante ou pior.

No fim da produção, com 26 raros Chrysler Imperial a menos, McCarthy declarou: “Nós definitivamente acabamos com boa parte dos Imperiais que restaram no planeta. Se houver um segundo filme, será difícil encontrar outros 25″. Para o bem do cinema e do modelo, tomará que não haja. Nessa história trágica para quem gosta de carros antigos, um alento. Na busca por peças, McCarthy encontrou um excêntrico senhor de 80 anos que colecionava Imperiais. O produtor queira convencê-lo a vender alguns dos carros. “O cara não iria se separar deles (os carros). Ele não nos venderia um carro completo sob qualquer circunstância. Ele só nos vendia peças”, disse McCarthy.  “Ainda bem”, disse eu.

American Graffiti

Estou ainda sob os efeitos do filme American Graffiti, do diretor George Lucas. Por qualquer motivo, ainda não havia assistido esse filme e me arrependo amargamente. A película retrata uma noite na vida de um grupo de jovens californianos no verão de 1962.

É a crônica de uma América inocente dos Baby Boomers e movida pela som grave e confortante dos motores V8 de carros customizados e, é claro, do bom e velho Rock and Roll. Uma obra prima. American Graffiti foi lançado em 1973 e foi um sucesso de critica e bilheteria. Com o custo inicial de US$ 775.000,00 o filme faturou US$ 200.000.000,00 nas bilheterias, isto sem contar o merchandising. Em 1995, a Biblioteca do Congresso Americano deu a fita o título de “Culturalmente, historicamente e esteticamente significante”.

Como não poderia deixar de ser, os automóveis são personagens fundamentais. Destaques pro emblemático Ford 1832 Deuce Coupe, um Chevy 1955 e o Impala 1958 customizado. As fotos acima são frames do filme em tamanhos bem generosos. Clique para vê-las enchendo sua tela.

One Boss Across

No final do Verão passado, eu tive a oportunidade de ir até Victoria e confirir este magnífico clone do Ford Mustang Boss 1969 . O propósito da viagem era para pegar o Mustang. O carro  inspecionado estava impecável, rebaixado, imponente, um  lendário Muscle Car me foi soberbamente apresentado.


Este clássico Mustang 1969 foi construído e inspirado no carro pilotado pelo lendário piloto australiano Alan Moffat. Tinha que ter conhecimento de carros e pedigree para rasgar o asfaltonas corridas Trans – para extrair desempenho de um Pony Car! A réplica alcançou o resultado esperado depois de muita marreta e  chutes e dores nos ombros … Não foi uma restauração barata.


Nenhum carro ferroviário, caminhão ou reboque passeio para esta máquina. Sob as instruções dos meus irmãos, eu dirigi o carro por 3.500 Km até a volta para Kalgoorlie. A base do motor 351 foi melhorada para 398 e estava cheio de preparos, apoiado em uma caixa de 5 velocidades. Mustang como eu suspeito que nunca fez da fábrica. Toda a suspensão do 1969 se foi, em seu lugar, uma frentekit completa RRS. O carro dirige como se fosse da era do novo milênio.


Fora na planície Nullarbor eu dei uma pisada. Sem nenhum lugar por perto e a todo vapor, atingiu as 150 mph  e ainda tinha muita lenha pra queimar… É uma máquina e tanto.

O Mustang  cruzou a Austrália sem nenhum problema significativo. Sempre fui um fã do Mustang 1969 e era o tipo de coisa que você sonha quando era criança e nunca esperar viver.

O depoimento (e as fotos) acima foi traduzido do site australiano The Interceptor Today, dedicado ao carro protagonista da cine série Mad Max. Modelo aliás, que nos deve uma visita.

Dez Filmes (Com Carros) Essenciais

Nesses quase três anos de Parachoques Cromados, passaram por aqui algumas dicas de filme. Resolvi compilar dez deles em forma de lista, mas, de forma alguma, se trata de um ranking, mesmo porque, seria impossível escolher “O” melhor. Pelo menos esse que vos escreve não consegue fazer esse tipo diferenciação. Acredito que cada filme, música, carros ou qualquer coisa que eu se goste muito te cativa de uma forma única. Eis os 10:

Encurralado, 1971 (Duel) – Bem antes dos tubarões, et’s e dinossauros, Steven Spielberg estreava para o mundo cinematográfico transportando angústias para as salas escuras em “Duel”, de 1971, aqui no Brasil intitulado ”Encurralado”. A trama do filme é bem simples e o seu acerto é transformar um desentendimento corriqueiro de trânsito, entre um motorista e um caminhoneiro misterioso, em uma caçada doentia. O carro, um Plymouth Valiant 1971 é guiado pelo personagem principal, interpretado por Dennis Weaver. Já o caminhão, um Peterbil 281 1955 tem um condutor misterioso cujo rosto nunca aparece

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Viver e Morrer em Los Angeles, 1985 (To Live and Die in L.A.) – A trama da fita é baseada no livro escrito por Gerald Petievich, que também ajudou na confecção do roteiro. O filme conta a história de dois agentes, interpretados por William L. Petersen e John Pankow que tem a missão de prender um falsificador. O auge dos acontecimentos é quando os dois agentes são surpreendidos por bandidos enquanto interrogavam um suspeito. A bordo de um Chevrolet Impala 1981 os dois começam a tentar escapar de um Mercury Grand Marquis 1985, que ganha o reforço ainda de um Caprice 1981 e um Malibu 1979.

O Esquadrão Implacável, 1973 (The Seven Ups) – trata de um filme policial estrelado por Roy Scheider, o mesmo que atuou em “Tubarão”.  Scheider é um tira renegado que faz parte da “Seven-Ups”, uma força paralela da polícia que usa táticas não ortodoxas. O auge do filme é protagonizado por dois Pontiacs, ambos 1973. Em fuga é um Grand Ville e o e perseguindo  um Ventura Coupe. Toda a sequência foi filmada em Nova York e há uma semelhança com as cenas em Bullit e não é por acaso. A qualidade e realismo da perseguição deve ser creditada a Philip D’Antoni. O produtor e diretor desse filme, tem em seu currículo, a produção das cenas de perseguição em Bullit e French Connection (Operação França).

Operação França, 1971 (The French Conection) – Em uma das cenas climáticas do filme, James “Popeye” Doyle interpretado por Gene Hackman, confisca um Pontiac LeMans de um civil e inicia uma perseguição alucinante à um metrô, em via suspensa, nas ruas do Brooklyn, em Nova York. O realismo da cena faz com que ela seja lembrada frequentemente como uma das melhores quando o assunto é perseguição nos cinemas. Segundo o site wikipedia, o carro sobrevivente usado no filme foi leiloado e arrematado por U$ 350 mil pelo rapper David Banner.

Bullitt, 1968 – Onde você estava em 1968? Você poderia ter aberto a seção de cinema do jornal e ler uma resenha sobre o recém-lançado filme Bullitt. O National Observer, disse: “Tudo o que você já ouviu falar sobre a cena de perseguição de automóveis em Bullitt provavelmente é verdade … uma história comovente, aterrorizante e ensurdecedor.” A revista Life, escreveu: “… um filme policial com um toque de gênio … uma seqüência de ação que deve ser comparado aos melhores da história do cinema.” Um Dodge Charger e um Ford Mustang na tela grande do cinema, não poderia ser outro resultado.

60 Segundos, 1974 (Gone In 60 Seconds) – Visionário, louco, astuto, diretor, roteirista, dublê, ator e corajoso, muito corajoso. Estas são algumas das qualidades que H.B. Halicki (guarde bem este nome) conseguiu reunir durante as filmagens de “Gone In 60 Seconds (1974). Sim, você não leu errado, 1974. Esqueça aquela refilmagem babaca com Nicolas Cage e Angelina Jolie, feita em 2000. Com menos recursos monetários e tecnológicos do que seu homônimo mais recente, o Gone In 60 Seconds, de 36 anos, atrás produziu a cena mais longa de perseguição da história do cinema, com 34 minutos. O mais impressionante é que tudo foi feito de forma independente.

Corrida Contra o Destino, 1971 (Vanishing Point) – O filme, produzido em 1970 e lançado nos Estados Unidos em 15 de janeiro de 1971, é sobre um motorista de entrega de carros, James Kowalski (interpretado por Barry Newman). James trabalha para a Argo’s Car Delivery Service e, após entregar um Chrysler Imperial preto, é sugerido pelo chefe que descanse. Mas Kowalski ignora a sugestão e insiste em fazer sua próxima tarefa na mesma noite: Entregar um Dodge Challenger R/T em São Francisco.

Fuga Alucinada, 1974 (Dirty Mary, Crazy Larry) – No fim da década de 60, começo de 70, um gênero de filme fazia sucesso com o público americano, eram chamados de ‘Road Movies’. Essas fitas, normalmente envolviam personagens anti-heróis a bordo de um V8, fugindo da polícia e cruzando pelos Estados Unidos. Assim como Corrida Contra o Destino (Vanishing Point, 1971), Fuga Alucinada (Dirty Mary, Crazy Larry, 1974) tinha todos os elementos que fazem um fã de Muscle Car sorrir. Em um primeiro momento, os personagens estão à bordo de um Impala 1966 4 portas SS, equipado com o mais poderoso V8 disponível de fábrica, o 427 cu in de 7 L. Para despistar seus perseguidores, os personagens fazem uma troca de carros. Em uma fazenda um Dodge Charger R/T 1969 os aguardava para fazer companhia pelo resto do filme.

Fear Is The Key, 1973 - A trama é baseada em um livro britânico de mesmo nome, escrita em 1961. Um homem – Barry Newman, o astro de Corrida Contra O Destino (1971) – quer vingança e busca os responsáveis pela morte de seus pais, mortos em uma queda de avião. Para tanto,  Newman se passa por um criminoso para se aproximar da organização que deu sumiço na carga da aeronave. Na sequência em que faz o filme aparecer em nosso blog, Newman e a atriz Suzy Kendall fogem da polícia a abordo de um enorme, cerca de 5.27m, Ford Torino 1972. Pelo lado da lei, e não menos gigantescos (5,63m), alguns Pontiac Catalina do mesmo ano tentam manter os fugitivos por perto em mais uma perseguição clássica da era de ouro para esse tipo de cena.
Corrida Sem Fim, 1971 (Two-Lane Blacktop) –  O enredo é bem simples. Dois amigos, retratados apenas como “Motorista” (James Taylor, músico) e “Mecânico” (Dennis Wilson, baterista do Beach Boys), viajam pelo país – em um Chevy 55 preparado artesanalmente – e sua única forma de renda vem de apostas em corridas. Em uma dessas viagens, são desafiados por um corredor (Warren Oates) a bordo de um Pontiac GTO. Este personagem também é apenas retratado como “GTO”. O desafio consiste em uma corrida até Washington D.C., onde o perdedor, perde o carro. Em meio a tudo isso, os três personagens “Motorista”, “Mecânico” e “GTO”, disputam a atenção da “Garota”, interpretada por Laurie Bird.